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O QUE ESTOU CONSUMINDO NA INTERNET?

07.05.2018

Já estivemos aqui falando sobre o que é o consumo de valor e como ele pode nos ajudar a consumir melhor e a sermos mais felizes. Falamos sobre como o mercado incentiva o consumismo de bens materiais, mas não podemos pensar que este é o único produto dele. Praticamente tudo o que chega até nós é de alguma forma vendido e consumido no que chamamos de mercado de ideias. Hoje falaremos sobre o consumo de conteúdo digital e como ele pode - e deve - ser feito de forma consciente e significativa.
O que é o consumo de conteúdo digital?


Nós estamos nos comunicando com você pelo meio digital. Logo, você é um consumidor desse produto: um texto que pretende trazer reflexão para sua vida. Entretanto, esse texto é muito pequeno frente a tudo que você consome nesse meio. De programas de TV, canais do youtube e blogs até o conteúdo compartilhado nas redes sociais, tudo é consumo de conteúdo digital.


Hoje vivemos em dois mundos: no meio físico e na internet. Produzimos e consumimos conteúdo, interagimos com pessoas, compartilhamos ideias. Tudo isso, embora realizado no meio digital, influencia em nossas vidas reais, em quem somos fora desse meio. Por isso é importante praticar o consumo de valor também com relação ao conteúdo digital.


Consumir o que nos faz bem


O que você anda consumindo no meio digital? O mercado de ideias, aliado ao consumismo, vende muito conteúdo prejudicial. Notícias ruins e várias crenças que nos tiram a esperança e que nos fazem sentir fora do padrão eleito por eles alimentam o consumismo, já que procuramos na compra a cura para o desprazer causado por essas ideias.


A solução está no consumo de coisas boas. Quando praticamos o consumo de valor, buscamos adquirir o que nos faz bem, e isso se aplica também ao conteúdo que consumimos na internet. Para que consumir conteúdo que incita discussões sem sentido, imposição de padrões e intolerância se podemos ir atrás do que nos faz bem?


Precisamos, na medida do possível, nos cercar de sensações positivas para que possamos ser felizes. Quem só consome conteúdo negativo não tem esperança, motivação nem alegria para assumir as rédeas da própria vida e, portanto, vive levado pelo mercado, consumindo, pensando e sendo o que ele manda. Quem pratica o consumo de valor procura conteúdos bons, que tornam a vida mais leve. Não consome ódio, intolerância, nem tristeza e sente o resultado disso no dia a dia.


Consumir o que nos traz reflexão


Já sabemos que o autoconhecimento é a base do consumo de valor. Isso significa que devemos passar longe dos conteúdos dogmáticos, que impõem uma forma de viver e de pensar. Valorizamos nossa liberdade e acreditamos que só através dela seremos felizes. Por isso consumimos conteúdos que nos fazem refletir e nos questionar sobre quem somos.


O mercado impõe padrões bem delimitados, que não aceitam o diferente e transformam as pessoas em robôs. O conteúdo que estimula a reflexão nos ajuda a lutar contra essa força e a aceitar quem somos e a pluralidade dos outros. Nos auxilia na descoberta do que faz sentido para nossas vidas e na valorização de nossas peculiaridades, aumentando nossa autoestima e nossa liberdade.


Compartilhar também é consumir


Nosso papel no meio digital é muito mais ativo do que de meros consumidores. Dependendo da forma como consumimos conteúdo, ajudamos a fazê-lo crescer ou a se manter escondido nos confins do mundo digital. Por isso é necessário que não apenas consumamos conteúdo que nos faça bem e que estimule a reflexão, mas também que ajudemos a espalhar esse tipo de ideia.


Não sejamos o transporte de crenças limitantes e intolerantes, que só estimulam o consumismo e a tristeza. Sejamos ativos na propagação do que é bom, do que traz felicidade e esperança às pessoas. O mercado já trabalha nos botando para baixo e cada propaganda consumista causa um ferimento à nossa autoestima, à nossa confiança, à nossa liberdade. Então façamos o trabalho inverso, compartilhando conteúdos que incentivem a pluralidade, a reflexão e a liberdade. Não participemos de discussões de ódio, mas de discursos tolerantes, que aceitam o outro e assumem a responsabilidade pela mudança - ainda que interna. Sejamos nós o veículo do que queremos de bom para o mundo. Pratiquemos o consumo de valor.

 

Photo by Bruno Gomiero on Unsplash

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